RISS 학술연구정보서비스

검색

인기 검색어

    다국어 입력

    http://chineseinput.net/에서 pinyin(병음)방식으로 중국어를 변환할 수 있습니다.

    변환된 중국어를 복사하여 사용하시면 됩니다.

    예시)
    • 中文 을 입력하시려면 zhongwen을 입력하시고 space를누르시면됩니다.
    • 北京 을 입력하시려면 beijing을 입력하시고 space를 누르시면 됩니다.
    닫기

    포르투갈어 節의 '述語 ·論項' 分析과 포르투갈어 節型 = Analise 'Predicador-Argumento' de Oracoes e Tipos de Oracoes em Portugues

    한글로보기

    https://www.riss.kr/link?id=A2060683

    • 0

      상세조회
    • 0

      다운로드
    서지정보 열기
    • 내보내기
    • 내책장담기
    • 공유하기
    • 오류접수
    인용문이 복사되었습니다.

    부가정보

    다국어 초록 (Multilingual Abstract) kakao i 다국어 번역

    A construcao ‘frase’ foi definida, no inicio, como uma construcao igual a proposicao logica que tem por sentido substancial a sentenca e term por expressao formal a estrutura ‘suietio+predicado’com base em logica. A partir dai, as definicoes da frase trase tem-se apresentado sob tamanha variedade que tenha acompanhado a evolucao da linguitica, de forma que tem tornado tambem varias as analises dos tipos das frases basicas baseadas nessas definicoes. Mas a maior parte das definicoes em causa falta a consideracao nao so do dualismo de substancialidade de sentido e de formalidade de expressao, o qual devidamente constitui a pressuposicao das definicoes por serern as frases uma das unidades linguisticas, mas tambem a do dicotomia de competence e de performance liguistica.
    Neste trabalho, portanto, tratamos de definir, por um lado, a frase, tomando unit unitariamente como base a substancialidade e a formalidade dualistica e introduzindo, por outro, uma nova construcao ‘oracao’, comparando-a com a frase, reestablelecendo a definicao comparativa das duas construcoes e atribuindo dicotomicamente a competence e a performance, respectivamente, a frase e a oracao. Conclusao :
    (Ⅰ) A frase deine-se como
    (ⅰ) a menor unidade de enunciado completa e independente,
    (ⅱ) a maior unidade semantica completa e independente,
    (ⅲ) a maior unidade fonetica completa e independente,
    (ⅳ) a maior unidade gramatical completa e independente,
    (Ⅱ) A oracao define-se como
    (ⅰ) a menor unidade semantica completa e independente, que tem como sentido uma setenca logica e
    (ⅱ) a unidade gramatical que tem como expressao a estrutura ‘sujeito+predicado’.
    Em conformidade com as definicoes reestabelecidas da frase e da oracao em (Ⅰ) e (Ⅱ), nao e a frase mas e a oracao a construcao igual igual a proposicao e que possui, protanto, a estrutura ‘sujeito+predicado’, para contrariar a definicao inicial e tradicional da frase. Alias, trata-se de oracao e tipos de oracoes, que se tem definido e analisado sob os nomes de frase e tipos de frases, para citar (Ⅰ) e (Ⅱ). Segundo prescreve a logica de predicacao, a proposicao tem a estrutura ‘predicador+argumento’e a oracao deve ter a estrutura ‘predicador+argumento’, se a oracao e a construcao que se oracao deve ter a estrutura ‘predicador+argumento’, se a oracao e a construcao que se iguala a proposicao. Sendo assim, a oracao passa a ser protadora da estrutura ‘sujeito+predicado’ e, ao mesmo tempo, a estrutura ‘predicador+argumento’que nao parecem combinar-se propriamente. Dai que, neste trabalho, introduzimos a convencao X-barra que consideramos capaz de integrar as duas estruturas como realizacas, neste trabalho, tem como ponto de partida a contiguracao X-barra, estrutura integral as duas estruturas como realizacao configuracional de ambas as estruturas. Enfim, a analise dos tipos das oracoes basicas, neste trabalho, term como ponto de partida a configuracao X-barra, estrutura integral da estrutura ‘sujeito+predicador’ e da estrutura ‘predicador+argumento’.
    A analise dos tipos da soracoes, comecamo-la por analisar a orscao em predicador e argumentos, aceitando a logical de predicacao. Em seguida, verificamos que os tipos das oracoes mostraram-se diferents segundo o numero de argumentos que as oracoes tem e o numero de argumentos apresentou-se diferente, desta vez, segundo so tipos de predicadores e que, agora vice-versa, se os predicadores nao e identico o numero de argumentos e, se e diferente o numero de argumentos, tornam-se diferentes os tipos das oracoes. Comeo resultado dessa preciosa observacao, deduzimos que a analise dos tipos das tipos das oracoes nao pode dexar de ser a dos tipos dos predicadores. E, com base no facto de que, em portugues, ha 4 tipos dos predicadores, concluimos que os tipos das oracoes contam tambem 4.
    Por outro lado, a estreita relacao entre o numero de argumentos e os tipos de predicadores leva-nos a outra conclusao de que os argumentos sao dependentes, emtodos os aspecctos, de prodicadores e esta condlusao leva-nos, desta vez, a formulacao de uma hipotese a que chamamos ‘Hipotese da Dependencia do(s) Argumento(s) para com o Predicador’. A funcao semantica, a categoria semantica, a funcao sintactica e a categoria sintactica que o predicador marca. restringe, atribui e subcategoriza em relacao aos seus argumentos, tratamos de reinterpreta-las todas no ambiro da hipotese. No meio do processo de reinterpretacao, estipulamos a estrutura predicadora, a estrutural verbal, a estrutura semantica e a estrutura sintacticva.
    A final de analise julgamos que os tipos das oracoes basicas em portugues podem ser estabelecidos, servindo-se dos criterios abaixo mencionados e esta metodologia de analise, chamamo-la Analise ‘Predicador-Argumento’:
    (Ⅲ) (ⅰ) numero de argumentos
    (ⅱ) derivacao de predicador
    (ⅲ) funcao semantica de argumento
    (ⅳ) funcao sintactica de argumento
    (ⅴ) categoria semantica de argumento
    Ao numero de argumentos, cirterio que consideramos mais importante para o estabelecimento dos tipos das oracoes em portugues, segue-se a derivacao de predicador. Pois o numero de argumentos pode variar de acordo com se o predicador e um verbo deadijectival ou um verbo denominal. A seguir, a funcao semantica de argumento e a funcao sintactica de argumento sao tomadas como sao tomadas como criterios, o que se deve a visao deste trabalho em relacao a oracao, segunda a qual, na construcao oracional, so argumentos se movimentam da estrutura semantica, estrutura para a formacao de argumentos, para a estrutura sintactica, estrutura para a realizacao de arguementos, de forma a serem marcados com a funcao semantica e com a funcao sintactica. O moviemento de argumentos da estrutura semantica para a estrutura sintactica e um moviemto de funcao para funcao e as funcoes. uma semantica e outra sintactica, sao estruturais por serem marcadas mesmo no contexto semantica e sintacitica Entretanto, as categorias, uma semantica e outra sintactica, sao inerentes por serem propriedandes semantica e sintactica e outra sintactica, sao inerentes por serem propriedades semantica e sintactica portadas por argumentos e sao esolhidas so depois de serem marcadas as suas funcoes. Dessa forma, as funcoes podem ser considerados criterios igualitarias e independentes, enquanto as categorias podem ser considerados criterios dependentes e redundantes. Tomando isto em consideracao, aceitamos duas funcoes todas como criterios mas uma so das categorias, que e sintactica. A categoria sintactica e um dos criterios mais populares em outros trabalhos congeneres, o que justifica a escolha da categoria no sentido de ser este trabalho tambem um desses trabalhos.
    Alem dos 5 critrios acima referidos, o estabelecimento dos tipos de oracoes neste trabalho toma por pressuposicoes :
    (Ⅳ) (ⅰ) Todas as predicacoes comecam a partir de adjectivais, de modo que a estrutura predicadora de que os adjectivais sao predicadores e o ponto de partida para a formacao da estrutura semantica.
    (ⅱ) a estrutura semantica constituida pela estrutura predicadora e pela estrutura verbal e que e a configuracao X-barra e a de todos os eipos de oracoes portuguesas.
    (ⅲ) tanto a estrutura semantica como a estrutura sintactica mantern sempre a bifurcacao na ramificacao, embora, algum no seja preenchido comargumento vazio.
    (ⅳ) o movimento dia estrurura sematica para a estrutura sintactica e feito sequndo a hierarquia da funcao senantica.
    Com base em 5 criterios (Ⅲ)(ⅰ)-(ⅴ) e em 4 pressuposicoes (Ⅳ)(ⅰ)-(ⅳ), os tipos de oracoes portuguesas estabelecidos neste trabalho podem resumir-se no sequinte quadro :
    (Ⅴ)
    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    (Ⅲ) (Ⅲ) (Ⅲ) (Ⅲ) (Ⅲ)
    (ⅰ) (ⅱ) (ⅲ) (ⅳ) (ⅴ)
    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    ① 3 A1 A2 A3 AⅠ - A Ⅱ AⅢ ⓐ DP-DP PP 5.2.1.
    ⓑ DP-CP PP
    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    ② denom- A1 A2 A3 AⅠ - AⅡ DP - DP 5.2.2.
    inal → A1 A2
    ------- -----------------------------------------------------------------------------------------------
    ③ A1 A2 AⅠ - AⅡ ⓐ DP-DP 5.2.3.
    ⓑ DP-CP
    ------- 2 deadie- -------------------------------------------------------------------------------
    ④ A1 [A2] A3 AⅠ - [AⅡ ] AⅢ DP-CP 5.2.5.
    ------- citival -------------------------------------------------------------------------------
    ⑤ A2 A3 AⅠ - AⅢ ⓐ DP-DP 5.2.5.
    ⓑ DP-CP
    -------- -------------------------------------------------------------------------------
    ⑥ [A1] A2 A3 [ AⅠ] - AⅡ AⅢ -DP PP 5.2.6.
    -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    ⑦ denom- A1 A2 →A1 AⅠ DP - 5.2.7.
    -------- 1 --------------------------------------------------------------------------------
    ⑧ ctival [A1] A2 [ AⅠ] - AⅡ ⓐ -DP 5.2.8.
    ⓑ -CP
    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    ⑨ 0 denom- A1 → Ø Ø Ø 5.2.9.
    inal
    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


    Note-se que Al e a funcao semantica de agente, A2 a de tema e A3, uma de varias opcionais, incluindo recipiente, origem, locativo, direccao, etc., enquanto AI e a funcao sintactica de sujeio, All, a de complemento verbal e AⅢ, a de complemanto preposicional.
    번역하기

    A construcao ‘frase’ foi definida, no inicio, como uma construcao igual a proposicao logica que tem por sentido substancial a sentenca e term por expressao formal a estrutura ‘suietio+predicado’com base em logica. A partir dai, as definicoes d...

    A construcao ‘frase’ foi definida, no inicio, como uma construcao igual a proposicao logica que tem por sentido substancial a sentenca e term por expressao formal a estrutura ‘suietio+predicado’com base em logica. A partir dai, as definicoes da frase trase tem-se apresentado sob tamanha variedade que tenha acompanhado a evolucao da linguitica, de forma que tem tornado tambem varias as analises dos tipos das frases basicas baseadas nessas definicoes. Mas a maior parte das definicoes em causa falta a consideracao nao so do dualismo de substancialidade de sentido e de formalidade de expressao, o qual devidamente constitui a pressuposicao das definicoes por serern as frases uma das unidades linguisticas, mas tambem a do dicotomia de competence e de performance liguistica.
    Neste trabalho, portanto, tratamos de definir, por um lado, a frase, tomando unit unitariamente como base a substancialidade e a formalidade dualistica e introduzindo, por outro, uma nova construcao ‘oracao’, comparando-a com a frase, reestablelecendo a definicao comparativa das duas construcoes e atribuindo dicotomicamente a competence e a performance, respectivamente, a frase e a oracao. Conclusao :
    (Ⅰ) A frase deine-se como
    (ⅰ) a menor unidade de enunciado completa e independente,
    (ⅱ) a maior unidade semantica completa e independente,
    (ⅲ) a maior unidade fonetica completa e independente,
    (ⅳ) a maior unidade gramatical completa e independente,
    (Ⅱ) A oracao define-se como
    (ⅰ) a menor unidade semantica completa e independente, que tem como sentido uma setenca logica e
    (ⅱ) a unidade gramatical que tem como expressao a estrutura ‘sujeito+predicado’.
    Em conformidade com as definicoes reestabelecidas da frase e da oracao em (Ⅰ) e (Ⅱ), nao e a frase mas e a oracao a construcao igual igual a proposicao e que possui, protanto, a estrutura ‘sujeito+predicado’, para contrariar a definicao inicial e tradicional da frase. Alias, trata-se de oracao e tipos de oracoes, que se tem definido e analisado sob os nomes de frase e tipos de frases, para citar (Ⅰ) e (Ⅱ). Segundo prescreve a logica de predicacao, a proposicao tem a estrutura ‘predicador+argumento’e a oracao deve ter a estrutura ‘predicador+argumento’, se a oracao e a construcao que se oracao deve ter a estrutura ‘predicador+argumento’, se a oracao e a construcao que se iguala a proposicao. Sendo assim, a oracao passa a ser protadora da estrutura ‘sujeito+predicado’ e, ao mesmo tempo, a estrutura ‘predicador+argumento’que nao parecem combinar-se propriamente. Dai que, neste trabalho, introduzimos a convencao X-barra que consideramos capaz de integrar as duas estruturas como realizacas, neste trabalho, tem como ponto de partida a contiguracao X-barra, estrutura integral as duas estruturas como realizacao configuracional de ambas as estruturas. Enfim, a analise dos tipos das oracoes basicas, neste trabalho, term como ponto de partida a configuracao X-barra, estrutura integral da estrutura ‘sujeito+predicador’ e da estrutura ‘predicador+argumento’.
    A analise dos tipos da soracoes, comecamo-la por analisar a orscao em predicador e argumentos, aceitando a logical de predicacao. Em seguida, verificamos que os tipos das oracoes mostraram-se diferents segundo o numero de argumentos que as oracoes tem e o numero de argumentos apresentou-se diferente, desta vez, segundo so tipos de predicadores e que, agora vice-versa, se os predicadores nao e identico o numero de argumentos e, se e diferente o numero de argumentos, tornam-se diferentes os tipos das oracoes. Comeo resultado dessa preciosa observacao, deduzimos que a analise dos tipos das tipos das oracoes nao pode dexar de ser a dos tipos dos predicadores. E, com base no facto de que, em portugues, ha 4 tipos dos predicadores, concluimos que os tipos das oracoes contam tambem 4.
    Por outro lado, a estreita relacao entre o numero de argumentos e os tipos de predicadores leva-nos a outra conclusao de que os argumentos sao dependentes, emtodos os aspecctos, de prodicadores e esta condlusao leva-nos, desta vez, a formulacao de uma hipotese a que chamamos ‘Hipotese da Dependencia do(s) Argumento(s) para com o Predicador’. A funcao semantica, a categoria semantica, a funcao sintactica e a categoria sintactica que o predicador marca. restringe, atribui e subcategoriza em relacao aos seus argumentos, tratamos de reinterpreta-las todas no ambiro da hipotese. No meio do processo de reinterpretacao, estipulamos a estrutura predicadora, a estrutural verbal, a estrutura semantica e a estrutura sintacticva.
    A final de analise julgamos que os tipos das oracoes basicas em portugues podem ser estabelecidos, servindo-se dos criterios abaixo mencionados e esta metodologia de analise, chamamo-la Analise ‘Predicador-Argumento’:
    (Ⅲ) (ⅰ) numero de argumentos
    (ⅱ) derivacao de predicador
    (ⅲ) funcao semantica de argumento
    (ⅳ) funcao sintactica de argumento
    (ⅴ) categoria semantica de argumento
    Ao numero de argumentos, cirterio que consideramos mais importante para o estabelecimento dos tipos das oracoes em portugues, segue-se a derivacao de predicador. Pois o numero de argumentos pode variar de acordo com se o predicador e um verbo deadijectival ou um verbo denominal. A seguir, a funcao semantica de argumento e a funcao sintactica de argumento sao tomadas como sao tomadas como criterios, o que se deve a visao deste trabalho em relacao a oracao, segunda a qual, na construcao oracional, so argumentos se movimentam da estrutura semantica, estrutura para a formacao de argumentos, para a estrutura sintactica, estrutura para a realizacao de arguementos, de forma a serem marcados com a funcao semantica e com a funcao sintactica. O moviemento de argumentos da estrutura semantica para a estrutura sintactica e um moviemto de funcao para funcao e as funcoes. uma semantica e outra sintactica, sao estruturais por serem marcadas mesmo no contexto semantica e sintacitica Entretanto, as categorias, uma semantica e outra sintactica, sao inerentes por serem propriedandes semantica e sintactica e outra sintactica, sao inerentes por serem propriedades semantica e sintactica portadas por argumentos e sao esolhidas so depois de serem marcadas as suas funcoes. Dessa forma, as funcoes podem ser considerados criterios igualitarias e independentes, enquanto as categorias podem ser considerados criterios dependentes e redundantes. Tomando isto em consideracao, aceitamos duas funcoes todas como criterios mas uma so das categorias, que e sintactica. A categoria sintactica e um dos criterios mais populares em outros trabalhos congeneres, o que justifica a escolha da categoria no sentido de ser este trabalho tambem um desses trabalhos.
    Alem dos 5 critrios acima referidos, o estabelecimento dos tipos de oracoes neste trabalho toma por pressuposicoes :
    (Ⅳ) (ⅰ) Todas as predicacoes comecam a partir de adjectivais, de modo que a estrutura predicadora de que os adjectivais sao predicadores e o ponto de partida para a formacao da estrutura semantica.
    (ⅱ) a estrutura semantica constituida pela estrutura predicadora e pela estrutura verbal e que e a configuracao X-barra e a de todos os eipos de oracoes portuguesas.
    (ⅲ) tanto a estrutura semantica como a estrutura sintactica mantern sempre a bifurcacao na ramificacao, embora, algum no seja preenchido comargumento vazio.
    (ⅳ) o movimento dia estrurura sematica para a estrutura sintactica e feito sequndo a hierarquia da funcao senantica.
    Com base em 5 criterios (Ⅲ)(ⅰ)-(ⅴ) e em 4 pressuposicoes (Ⅳ)(ⅰ)-(ⅳ), os tipos de oracoes portuguesas estabelecidos neste trabalho podem resumir-se no sequinte quadro :
    (Ⅴ)
    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    (Ⅲ) (Ⅲ) (Ⅲ) (Ⅲ) (Ⅲ)
    (ⅰ) (ⅱ) (ⅲ) (ⅳ) (ⅴ)
    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    ① 3 A1 A2 A3 AⅠ - A Ⅱ AⅢ ⓐ DP-DP PP 5.2.1.
    ⓑ DP-CP PP
    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    ② denom- A1 A2 A3 AⅠ - AⅡ DP - DP 5.2.2.
    inal → A1 A2
    ------- -----------------------------------------------------------------------------------------------
    ③ A1 A2 AⅠ - AⅡ ⓐ DP-DP 5.2.3.
    ⓑ DP-CP
    ------- 2 deadie- -------------------------------------------------------------------------------
    ④ A1 [A2] A3 AⅠ - [AⅡ ] AⅢ DP-CP 5.2.5.
    ------- citival -------------------------------------------------------------------------------
    ⑤ A2 A3 AⅠ - AⅢ ⓐ DP-DP 5.2.5.
    ⓑ DP-CP
    -------- -------------------------------------------------------------------------------
    ⑥ [A1] A2 A3 [ AⅠ] - AⅡ AⅢ -DP PP 5.2.6.
    -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    ⑦ denom- A1 A2 →A1 AⅠ DP - 5.2.7.
    -------- 1 --------------------------------------------------------------------------------
    ⑧ ctival [A1] A2 [ AⅠ] - AⅡ ⓐ -DP 5.2.8.
    ⓑ -CP
    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    ⑨ 0 denom- A1 → Ø Ø Ø 5.2.9.
    inal
    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


    Note-se que Al e a funcao semantica de agente, A2 a de tema e A3, uma de varias opcionais, incluindo recipiente, origem, locativo, direccao, etc., enquanto AI e a funcao sintactica de sujeio, All, a de complemento verbal e AⅢ, a de complemanto preposicional.

    더보기

    목차 (Table of Contents)

    • 1. 序
    • 2. 文과 文型
    • 2.1 文
    • 2.2 文型
    • 3. 文독과 節
    • 1. 序
    • 2. 文과 文型
    • 2.1 文
    • 2.2 文型
    • 3. 文독과 節
    • 3.1 文
    • 3.2 節
    • 3.3 文과 節
    • 4. 節과 述語, 論項
    • 4.1 節과 述語論理
    • 4.2 述語와 論項의 數 및 設置
    • 4.3 述語와 論項의 意味機能
    • 4.4 述語와 論項의 意味範疇
    • 4.5 述語와 論項의 統辭機能
    • 4.6 述語와 論項의 統辭範疇
    • 5. 포르투칼어 節型
    • 5.1 節型의 述語·論項 分析
    • 5.2 포르투갈어 節型 述語·論項 分析
    • 5.3 포르투갈어 節型
    • 6. 結
    • <참고문헌>
    더보기

    동일학술지(권/호) 다른 논문

    동일학술지 더보기

    더보기

    분석정보

    View

    상세정보조회

    0

    Usage

    원문다운로드

    0

    대출신청

    0

    복사신청

    0

    EDDS신청

    0

    동일 주제 내 활용도 TOP

    더보기

    주제

    연도별 연구동향

    연도별 활용동향

    연관논문

    연구자 네트워크맵

    공동연구자 (7)

    유사연구자 (20) 활용도상위20명

    이 자료와 함께 이용한 RISS 자료

    나만을 위한 추천자료

    해외이동버튼